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Suruba pesada: duas vadias, Loira e Morena, sendo arrombadas por dois paus monstros, gigantes! P2

O piscineiro chegou! Não perdi oportunidade, provoquei até conseguir, mas ele gozou em 37 segundos e depois virou uma suruba!

Relato do vídeo

Assista a Parte 1 AQUI.

Você esta na parte 2.


Depois que o piscineiro gozou em meros 37 segundos de foda, eu fiquei com a buceta pulsando de tesão, molhada pra caralho e querendo mais. Não perdi tempo. Chamei o cowboy e o baiano pra continuarem a putaria.

Eu me ajoelhei na frente do cowboy e engoli aquela rola monstra até o fundo da garganta. Aí gritei pra minha amiga bucetuda, a KasalKer:

— Vem cá, vadia! Me ajuda com esses dois pauszões!

Ela veio rapidinho, safada como sempre. O baiano sentou na cadeira, o cowboy do lado, e nós duas nos ajoelhamos como duas putinhas obedientes. Eu mamando o cowboy, ela engolindo o baiano. Eram rolas grossas, veiosas, monstros mesmo. A gente babava inteiro, engasgando, cuspindo, com lágrimas escorrendo e a buceta escorrendo de tesão no chão.

A loira (KasalKer) me olhou com aquele olhar de puta e chamou:

— Vem, vamos mamar os dois juntos!

A gente se aproximou e tentou enfiar as duas rolas enormes na boca ao mesmo tempo. Era impossível, mal cabia a cabeça de cada uma, mas a gente tentou, babando tudo, língua pra fora, rola roçando rola. Delícia.

Depois trocamos: ela no cowboy, eu no baiano. Voltei a ajoelhar e enfiei aquela vara grossa até o talo. O baiano ordinário segurou minha cabeça e começou a foder minha garganta sem piedade. Eu perdia o ar, engasgava, tossia, mas ele não parava.

Aí eu me virei, bunda com bunda com a loira. Cada uma com sua rola gigante enfiada. Nossas rabas suadas se esfregando enquanto a gente rebolava. O baiano me sufocou de novo, rola inteira garganta adentro, tapando meu nariz. Fiquei sem ar, cara vermelha, até ele puxar de repente e começar a gozar. Jatos grossos e quentes explodiram na minha cara, na testa, nos olhos, na boca. Ele ainda deu várias pauladas com a rola melada na minha cara toda melada de porra. Que delícia, caralho!

O corno do Sr. Ker trouxe água pra gente. A gente bebeu, se hidratou, e os cornos ainda arrumaram dois colchonetes na grama pra continuação da suruba.

Na visão do Sr. Ker, o alce da KasalKer, é possível ver de pertinho a puta da minha amiga Loira mamando e o Sr Ker, de pau duro na mão, gravando tudo de perto. Minha amiga, a puta loira da KasalKer, de joelhos engolindo aquela rola gigante e grossa do baiano até o saco. Garganta estufada, baba escorrendo pelo queixo, olhos lacrimejando. O baiano segurava a cabeça dela e metia sem dó.

Depois ele levantou ela, virou de costas e enfiou tudo de uma vez na buceta molhada. Fodeu de pé, forte, batendo as bolas na bunda dela. A loira gemia feito cachorra no cio. Ele jogou ela no colchonete, abriu as pernas dela bem abertas e meteu de novo, fundo, arrombando a buceta dela sem parar. O corno do marido dela ali, bem pertinho, filmando tudo, pau na mão, batendo punheta sem vergonha enquanto via ela sendo usada como uma vadia.

A frente dele, estava eu também tomando rola também, mas ele só tinha olhos pra loirinha sendo destruída pelo baiano… e o meu Corninho assistindo e registrando a visão dele, vidrado em mim! Tão manso e alucinado nos chifres que dou pra ele que sentou de costas pra putaria da Sra Ker, corno demais! 

Merece ser chifrudo! 

A visão do Corninho me assistindo ser arrombada e depois me vendo sentar e cavalgar na rola do cowboy trago pra você ver no próximo vídeo, parece cena de cinema, de tão linda, só que de amador, bem melhor porque trás a realidade sem roteiros!

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