Uma aventura deliciosa no churrasco que o Corninho serviu! Após o piscineiro, os pauzudos judiaram de mim!
Relato do vídeo
A tarde caía quente e úmida na Casa das Hotwives, o sol dourado refletindo na água da piscina como se soubesse dos pecados que aconteciam ali. O piscineiro, ainda ofegante, gozou dentro de mim em exatos 37 segundos depois de eu tê-lo provocado até o limite da sanidade. Ele mal conseguiu aguentar. Com um gemido baixinho, puxou o pau latejante para fora, jatos grossos ainda escorrendo, e desabou numa cadeira ao lado do Corninho, que segurava o celular com a mão trêmula, registrando cada detalhe. O piscineiro ficou ali, sentado, pau semi-duro pingando, olhos vidrados, assistindo como um espectador hipnotizado.
Eu, ainda molhada e pulsando, me virei para o cowboy. Seu pau grosso e bronzeado já estava latejando no ar. Caí de boca nele sem piedade, chupando fundo, lambendo as veias salientes enquanto sentia o gosto forte de macho. O baiano, aquele negão alto e forte de Bahia, observava com olhar de predador. Sua rola era simplesmente gigantesca — grossa, longa, veias saltadas, uma verdadeira arma.
Levantei e fui pro gramado macio, o sol batendo nas minhas costas. Sentei na cadeira de madeira, abri bem as pernas e o baiano veio como um touro. Ele agarrou minhas coxas, abriu minha buceta ao máximo e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei de tesão misturado com dor gostosa. Aquela rola monstruosa me arrombou sem dó, esticando minhas paredes até o fundo. Sofri delícia, rebolando, gemendo alto enquanto ele socava com força bruta, pegada de macho alpha, mãos grandes apertando minha cintura, gozei freneticamente.
Foi então que o cowboy apareceu na frente. Segurou a cadeira gentilmente pra Rainha aqui gozar, depois segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca. Fiquei completamente cheia — rola grossa na garganta e rola gigante rasgando minha buceta. O cowboy segurou minha outra perna, abrindo-me ainda mais. Eu fiquei totalmente arreganhada, exposta, vulnerável, uma rainha puta sendo usada pelos dois ao mesmo tempo. O baiano metia com fúria, bolas batendo forte contra minha bunda molhada. O cowboy, puto de tesão, começou a alisar meus pés delicados com as mãos calejadas.
Ele se abaixou um pouco, beijando meus pés como um súdito devoto beija os pés da sua Rainha — devagar, com reverência, língua quente passando entre os dedos, chupando, adorando. “Você é uma Rainha… mas uma Rainha puta”, murmurou ele com voz rouca, olhos brilhando de submissão e luxúria. Depois esfregou meu pé contra seu cacete duro, latejante. Eu comecei a alisar ele com a sola macia, masturbando devagar enquanto era arrombada. Por fim, o cowboy segurou o pau e começou a bater forte com a cabeça inchada nos meus pés, provocando, marcando, sujando minha pele com pré-gozo.
O baiano não parava. Socava cada vez mais fundo, mais rápido, pegada firme, suor escorrendo no peito negro. Eu tremia inteira, buceta piscando, gozando sem parar ao redor daquela rola monstruosa.
Não aguentei mais. Saí da cadeira, empurrei o cowboy pra sentar e me posicionei de quatro na frente dele. Engoli seu pau grosso até o fundo da garganta, mamando com fome, babando tudo. Empinei a raba bem alta pro baiano, que voltou a me foder com força animal, mãos cravadas na minha cintura, metendo como se quisesse me quebrar. Eu rebolava, engasgava no pau do cowboy, o corpo todo tremendo.
O orgasmo veio delicioso, avassalador. Gozei gritando abafado pelo pau na boca, buceta apertando forte o cacete do baiano, pernas tremendo, olhos revirando. Jatos quentes escorreram pelas minhas coxas enquanto os dois continuavam me usando, selvagens, sem misericórdia.
O Corninho filmava tudo… e o piscineiro, ainda sentado ali, já começava a ficar duro de novo, assistindo sua Rainha puta ser devorada pelos outros dois.
Por fim, a minha amiga que carinhosamente chamo de bucetuda aparece, eu pedi ajuda! Queria que ela sentisse tudo aquilo de melhor que eu estava ganhando!
O mistério da casa continuava… e a noite mal havia começado.
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