Insaciável no Glory Hole: Chamei os Machos pra Dentro
Fiz o Corninho me levar para o GLORY role, e nos buracos escolhi várias rolas e enchi a cabeça dele de galho!
Postado há 2 semanas
No vídeo anterior eu te mostrei a surra que ganhei destes dois comedores safados após o piscineiro me foder e gozar em 37 segundos! A tarde caía quente o piscineiro, ainda ofegante, se sentou ao lado do corno e ficaram assistindo as macetadas que eu ganhava do cowboy e do Baiano! Ele mal conseguiu aguentar.
Eu estava com muito tesão do lance que tive com piscineiro, minha buceta estava melada de tesão.
O Corninho, meu marido devoto e corno assumido, com celular na mão, tremendo de excitação e tesão reprimido, filmava tudo. Mas não de longe. Não. Ele se aproximava tanto que a lente quase encostava na pele. Quando o baiano me arrombava o Corninho enfiou o celular entre as minhas pernas, gravando em close extremo o pau entrando e saindo da minha buceta inchada. Mais um pouco ele enfiar o telefone junto, mordendo os lábios enquanto filmava.
Eu, ainda molhada e pulsando, me virei para o cowboy. Seu pau grosso e bronzeado latejava no ar. Caí de boca nele sem piedade, chupando fundo. O Corninho não perdeu um segundo: ajoelhou-se bem ao lado da minha cabeça, colando o celular a poucos centímetros da minha boca esticada, capturando cada veia saliente, cada fio de saliva que escorria, o barulho molhado da garganta sendo fodida. Ele respirava pesado, quase gemendo junto, a lente tão perto que o cowboy sentia o calor do celular roçando na base do pau.
O baiano, aquele negão forte da Bahia, observava com olhar de predador. Sua rola era monstruosa — grossa, longa, veias saltadas. Sentei na cadeira, abri bem as pernas. O baiano veio como um touro e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei. O Corninho imediatamente se agachou entre as minhas pernas abertas, filmando em ultra close a rola gigante entrando e saindo, esticando minha buceta ao limite. A câmera estava tão perto que parecia que ele queria entrar junto, enfiar o celular dentro de mim ao lado daquele pauzão, gravando o interior da minha buceta sendo arrombada.
O cowboy apareceu na frente. Segurou a cadeira e enfiou o pau na minha boca. Fiquei completamente cheia — rola grossa na garganta e rola gigante rasgando minha buceta. O Corninho enlouqueceu. Ele circulava em volta, filmando de baixo, de lado, de cima. Colava o celular na junção dos corpos, gravando as bolas do baiano batendo na minha bunda molhada, o pau do cowboy entrando fundo na minha garganta, o jeito como minha buceta piscava e apertava. Em um momento ele chegou tão perto que o baiano sentiu o celular roçando na coxa dele e riu, debochando:
— Olha o corno aí, quase querendo entrar junto com a gente.
O cowboy segurou meu pé e começou a adorá-lo, beijando, chupando os dedos com reverência, esfregando o pau na sola macia. O Corninho filmou de outro ângulo: a língua passando entre os dedos, o pré-gozo sujando minha pele, o pé delicado masturbando aquele cacete duro. Nunca vi o Corninho tão ofegando, pau duro dentro da calça, mas sem tocar em si mesmo — só registrando, como o bom corno que é.
Eu gozei freneticamente, tremendo. Saí da cadeira, empurrei o cowboy pra sentar e me posicionei de quatro. Engoli o pau dele até o fundo enquanto empinava a raba pro baiano. O Corninho se posicionou atrás de mim, colando o celular na minha buceta sendo destruída. A lente estava tão próxima que capturava o som molhado das estocadas, o jeito como minha buceta se abria e se fechava ao redor da rola monstruosa, os fios de tesão escorrendo. Ele inclinava o celular para cima, filmando meu rosto engasgando no pau do cowboy, depois voltava para baixo, quase enfiando o telefone entre minha bunda e o pau do baiano.
O Corninho gravou tudo em close insano: o pau do baiano saindo brilhando, minha buceta aberta, vermelha, pulsando, o sêmen e meus gozos misturados pingando. Ele tremia tanto que a imagem ficava quase pornográfica de tão íntima, como se ele quisesse mergulhar ali junto com os paus, participar da foda sem ser convidado.
O piscineiro, ainda sentado, já estava duro de novo assistindo. Minha amiga bucetuda apareceu e eu pedi ajuda, querendo que ela sentisse tudo aquilo também. O Corninho continuou filmando, incansável, sempre perto demais, sempre com aquela cara de corno apaixonado que parece querer entrar junto com as rolas, lamber, chupar, gravar cada centímetro de pele, cada gota, cada gemido.
O mistério da casa continuava… não perca aquela sentada tesuda, frenética e cheia de tesão que você já conhece, porque não resisti… tomei o chapéu do cowboy como se agora ele fosse propriedade minha e arregacei na montada insana! 🤤🔥
Nagasaki parece um cavalo !
Nossa, que história! Ele devia ter convidado o limpador de piscina de volta e visto se ele aguentava pelo menos 3 minutos dessa vez.