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LEVEI UMA SURRA NA CASA DE SWING

Mandei corno me levar na casa de swing pra aumentar a coleção de chifres, e levei uma surra na primeira foda com namorado fixo

Relato do vídeo

Estava curtindo por São Paulo, e então tive o desejo de ir a uma casa de swing, já no modo chifradeira ativado com sucesso.

Me vesti bem putinha, minha sainha de couro deve ter um palmo de cumprimento e o top tomara que caia... e caiu mesmo.

Não existiu um só macho que não tenha me visto. Logo na chegada encontrei com um single conhecido como um dos maiores comedores no meio liberal, e inclusive ele que organiza as festas Cuckold. O safado já veio todo animado me pegando. Pediu pra colar umas tatoo em mim e obvio abusou nas passadas de mãos. Já aproveitamos pra algumas fotos e ao me despedir dele pra ir dar uma volta pela casa, já me chega outro macho. Bate papo aqui e ali, e mais fotos. O corno já foi ficando toda acesso. Se achando o corno da festa.

Confesso chegou tantos machos pra fotos que passei vergonha. Pra completar encontro com minha amiga Monica Lima e o corno dela, ai a coisa ferveu de vez. 

Mas como não sou emocionada, dou aquela rodada pela balada pra caçar justamente os machos que me desperte tesão. 

E entre uma e outra conhecemos o Doutor, um macho educado, cheiroso, bem cuidado, agradável e muuuuuito puto, um verdadeiro cafajeste.

Tivemos um bate papo pra lá de delicioso, cheio de trocas de olhares e flertes. Mas ele teve muita paciência, tantas mulheres na balada e ele se manteve por perto. Permanecendo o tempo todo na nossa roda de amigos, casais cuckolds e hotwives também. Ao anunciar o show de stripper o safado do organizador nos chama, citando meu nome ComaMinhaGata, ele sabe que sou tarada por gogoboys (em outra festa dele o gogoboy no meio do show me tirou dos braços do corninho e me levantou pra cima do pole dance com ele, um negão delicioso e eu que não perco oportunidade, abri a toalha do negão ali no show e mamei gulosamente... mas essa aventura não tem vídeo, infelizmente, nas áreas coletivas não é permitido uso de celular). 


Foi então que imediatamente puxei o corninho e o Doutor pra pista de dance, queria assistir o stripper. E fomos. Já no inicio do show o clima ferveu, o puto ordinário me pegou pela cintura e me roubou um beijo de cinema, o corninho não anotou nem a placa. O beijo, o cheiro, a pele e a pegada deu match na hora. Sabe aquela química que você não sabe de onde vem, foi essa!

Dali pra frente, minha buceta já encharcada só piscava. Daquele jeito. E o detalhe era imaginar aquele volume todo que senti crescer enquanto ele me pegava forte no beijo.

Chamei o corninho na hora pra sairmos daqui e irmos para uma cabine. o corno com olhos brilhando, rindo a toa, imediatamente pegou na minha mão e foi saindo, e eu imediatamente peguei na mão do Doutor e fui puxando. 

Entre a pista de dança da HotBar até as cabines, existe um barzinho para se socializar e passando por ele quem puxa o corninho? O corno da Mônica Lima... e não pense que o assunto foi rápido porque corno quando encontra outro corno, haja chifre. Mas o Doutor não se desgrudou de mim. Paciente e pegando fogo, esperou o tempo necessário.

Tempo depois, o corninho finaliza com eles e claro conta que está indo pra cabine levar chifre. E então fomos. ALELUIA... 

A primeira cabine aberta o Doutor entrou, pensa num lugar apertado... muito apertado mas pra foder gostoso a gente não liga pra espaço. O corninho nunca registrou um chifre de tão pertinho. 

Como eu estava sem calcinha foi simples, o Doutor me jogou no sofá e caiu de boca... me chupou sem nenhum escrúpulo. Como se eu não fosse uma mulher casada, ou se meu marido não estive ali assistindo tudo. Eu juro que pensei que voltaria pro corninho sem buceta. Ele me deu linguadas frenéticas e encasáveis, eu desisti de lutar contra e gozei muito, o sofá ficou completamente molhado. Depois daquela gozada intensa eu precisava de um tempinho, confesso, a buceta ficou inchada. 

Então já louca de curiosidade pra ver o volume, que não saia da minha cabeça, sentei no sofá e tirei o pau dele pra fora da calça... misericórdia, além de grosso ele baba.

Estava todo babado, escorrendo. Minha boca encheu d´agua e cai de boca naquela rola grossa, pulsando e babando. Claro que aproveitei pra enfatizar pro corninho que o pau do novo amigo dele estava babadinho, do jeitinho que ele sabe que eu adoro e que a rola dele não faz. Corninho não baba, não pelo pau! É bem coisa de corno manso né, ficar assistindo e babando... pela boca. 

Depois de algumas engolidas na rola grossa babante, o puto ordinário segura firme minha nuca e empurra minha boca de encontro com o pau dele, socando tudinho na minha garganta. Quase que entra até as bolas. Depois não satisfeito em me ver babando pela rola dele, segura pelo meu cabelo, puxando meu rosto pra cima e me dá vários tapas na cara com o pau... espirando baba minha por tudo, inclusive no corninho. 

Logo em seguido pede pra me foder, e me fode sem dó. Deitada, depois me senta no colo dele, me faz segurar firma na sua nuca, fica em pé e me fode assim. Cena de filme, só que não, é tudo real! O sonho de toda hotwife, um comedor sem frescura, de atitude, bem puto, mais cafajeste melhor. E é claro, não poderia voltar pro corno sem dar aquela sentada da Morena no comedor, e lógico voltar cheirando o tesão por outro macho e toda lambuzada de porra do comedor. 

Ele teve a audácia de tirar a camisinha e gozar em cima da minha buceta. De verdade, fala se não é o perfil de namorado que eu precisava. No final, vi que tivemos platéia, levei surra sob as lentes de Mônica Lima e seu corno.


Este foi o dia que o conheci, zero amizade, zero intimidade. A 7 anos no meio liberal, pra então chegar do nada o futuro namorado, o sócio do corninho!

Voltamos do rolê, e o corninho e ele se falavam mais que casal apaixonado. Até que o corno o convida pra um arraia no final do mês de julho, sem muita pretensão, porque o arraia foi no Paraná e ele é de Minas Gerais. Mas acredite, um mês depois dessa primeira surra, ganhei a segunda. Ele veio. Buscamos no aeroporto e passamos um final de semana juntos. Ocorre que a putinha aqui já tinha convidado outro solteiro do Mato Grosso, o Cowboy, que também foi... corno aprontou. Obvio que eu não falei pra nenhum dos dois que o outro estaria. Não sou besta. Se posso ter dois, pra que correr risco de ter um só. Fui pro arraia igual a dona Flor e seus três maridos.


Estando lá, o corno foi pra cama de solteiro e eu fiquei na cama de casal o Doutor e o Cowboy - o cowboy eu conheci numa festa anterior a Hot Bar, que vou postar já já - o corno manso e frouxo dormiu, e eu passei a noite inteira gozando nas duas rolas, grandes e grossas. Ninguém na casa dormiu, não sei porque, se era só eu que estava metendo.

Tudo isso pra contar pra você, que logo pela manhãzinha o Doutor nos pediu em namoro - o que chamamos de relacionamento sério ou poli amor no meio liberal. Desde então, temos um namorado fixo e com ele a química dá choque e os chifres são no pelo, já realizei muitas outras fantasias com ele, além de namorado fixo, transar no pelo, ganhar porra na buceta e no cuzinho, também fizemos viagens juntos, tive uma sessão de dominação, ele gozando varias vezes na cara do corno enquanto a gente se beijava, lambidas e chupadas nos meus pezinhos, chifre na cama do corno, viagem com a família junto (somos bem ousados). Em quase 7 meses, apesar da distancia, passamos mais dias juntos que longe. Nosso recorde foram 35 dias consecutivos juntos, 24 horas por dia! Mas não pense que sou exclusiva dele, Hotwife não tem dono, nem se satisfaz com um único pau. Primeiro chifre do ano do corninho, o namorado estava conosco, então fui "obrigada" a chifrar os dois. E lógico ele também não é exclusivo meu, é um dos maiores comedores do meio liberal, até porque se não comece demais não seria meu namorado, lógico. Deixo ele livre, mas ele sempre volta. 


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Já assistiu o vídeo do carro, onde fizemos o corno de Uber, levando o namorado de volta pro aeroporto? Clique AQUI.

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