Não imaginava que seria abusada por uma mulher na festa Cuckold Night! A galera parou para assistir e os solteiros enlouqueceram
Relato do vídeo
Assista a Parte 1 AQUI.
Assista a Parte 2 AQUI.
Você esta na parte 3, visão do corno!
O Corninho estava no canto do sofá dentro do aquário, o celular firme na mão, gravando cada segundo daquela loucura. A luz colorida da festa refletia no vidro, e a plateia inteira da Cuckold Night assistia boquiaberta. Ele respirava pesado, o cacete duro roçando dolorido na calça jeans, enquanto via a própria esposa — linda, poderosa e completamente vadia — sendo devorada.
Eu estava de quatro no sofá, toda suada e brilhando, a bunda empinada e vermelha dos tapas. Atrás, meu comedor da rola rosada, grossa e longa metia com força bruta, fazendo meu corpo balançar inteiro. Cada estocada profunda arrancava meus gemidos altos e me deixava molhada. Do lado, o negão forte mamava a Karen, que tinha os olhos vidrados de tesão, assistindo a pegada que o branquinho me dava.
O Corninho filmou de pertinho na hora que o comedor puxava meu cabelo pra trás e falava rouco, olhando direto pra câmera:
— Olha pra câmera do teu Corninho, safada… mostra pra ele como tá gostoso levar rola de verdade.
A Morena olhou direto pra lente, olhos revirando de prazer, boca aberta gemendo alto:
— Tá vendo, meu Corninho? Essa rola tá me arrombando tão gostoso… bem mais fundo que a tua… ahhh porra! Tá me enchendo inteira!
Foi aí que o lado lésbico da Karen explodiu de vez. Quando o comedor gozou no meu cuzinho e saiu rapidinho pra trocar a camisinha, ela pulou como uma louca em cima de mim. Agarrou minha bunda suada com as duas mãos e enfiou a cara inteira entre minhas pernas. Língua gulosa chupando minha buceta inchada e o cuzinho piscando, sugando os cremes que escorriam sem parar. Eu gemia alto, empinando mais a raba pra Karen:
— Caralho, Karen… que boca gulosa é essa, vadia! Chupa mais fundo!
A Karen estava possuída. Chupava com sede, enfiava a língua fundo no meu cuzinho e na buceta, batia na minha bunda e gemia com a cara toda enfiada na minha raba. O Corninho filmava com close na boca da Karen devorando minha buceta e meu cu, o pau dele babando pré-gozo só de ver aquele tesão insano.
O comedor voltou, viu a cena e não perdeu tempo. Passou as pernas por cima da Karen, que ainda estava grudada chupando por baixo, e meteu novamente em mim e com tudo. Agora eram dois corpos em cima de mim: o pau grosso entrando e saindo da buceta enquanto a Karen lambia tudo por baixo — pau, buceta, bolas, tudo. A Karen ficou enciumada, puta da vida. Começou a bater na coxa da Morena, depois na bunda do comedor, gritando entre lambidas:
— Come ela direito, caralho! Mete mais fundo! Não tá fazendo certo, porra!
Ela se levantou um pouco, ainda com a cara melada de cremes, e deu tapas fortes na bunda do meu comedor, apertando as nádegas dele como se quisesse arrombar o cu dele também. O Corninho quase gozou na cueca filmando aquele caos: a Karen dominando o macho que estava comendo sua própria esposa!
Eu gozava sem parar, meu corpo tremendo violentamente, sendo disputada pelos dois. Karen chupava por baixo com fome, o comedor metia por cima com força, e a plateia do aquário assistia hipnotizada.
Quando o comedor saiu pra respirar, Karen tomou conta de novo: limpou a Morena toda com a língua, lambendo cada gota de suor, creme e porra que escorria. Depois meu comedor pegou ela de quatro e começou a bombá-la com força. Eu, safada como sempre, me abaixei entre as pernas dele e comecei a chupar as bolas pesadas e o cuzinho do macho enquanto ele fodia a Karen. Minha língua girava loucamente, lambendo tudo. O pau dele latejava dentro da Karen, pulsando forte, dava pra sentir.
De repente ele rosnou alto, tirou o pau da buceta da Karen e gozou de novo — jatos grossos e quentes. Eu e Karen nos juntamos imediatamente. Karen tirou a camisinha cheia de porra, ofereceu para os cornos que recusaram, ela voltou sorrindo, safada, e as duas putas abriram a boca bem na frente da câmera do Corninho dizendo:
— Despeja tudo aqui, gostoso — mandou a Morena, olhando pra lente com olhos pidões.
O comedor segurou a camisinha com o pau ainda latejando e derramou a porra quente direto nas nossas línguas. A gente se beijou com a boca cheia, misturando a porra, deixando escorrer no queixo, lambendo uma à outra enquanto olhavamos para os cornos, que registravam tudo.
O Corninho tremia inteiro, a calça molhada na ponta. Ele filmou o close final das duas boquinhas meladas, eu sorrindo pra lente e dizendo rouca, direto pra ele:
— Viu só, meu Corninho? Olha o que a tua putinha fez hoje… sendo disputada, arrombada e enchida… e a noite ainda tá só começando.
Site da KarenKiss AQUI.
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